home
artigos
bicho na mídia
campanhas
compra responsável
doação
estudos
links
objetivos
perdidos
escritorio
serviços
vivissecção
contato
 
Notícias
Morre Simba, o leão do zoológico Universidade de Caxias do Sul, que foi vitima do Parque Beto Carreiro.
No habitat natural, na savana africana, ele poderia ter chegado aos 20 anos. Foto: Daiane Nardino, divulgação

 
Aos 11 anos de idade, animal morreu por problemas cardíacos e degeneração nas cartilagens 

Os visitantes do zoológico da Universidade de Caxias do Sul (UCS) têm estranhado a falta do personagem principal do lugar. Simba, o leão, que em épocas de calor costumava ficar entocado em sua casa, mais fresca e longe dos olhares do público, morreu dia 12 de janeiro.
Ele sofria de degeneração nas cartilagens e de problemas cardíacos, devido aos maus-tratos sofridos antes de ser acolhido na UCS. Simba tinha 11 anos e veio adolescente para Caxias do Sul. Ele foi trazido para o zoo da UCS depois de a Justiça considerar que ele era maltratado pela equipe do parque Beto Carreiro, que tentava domá-lo desde o nascimento, em Florianópolis. Até sua morte, Simba ainda apresentava cicatrizes de chicotadas recebidas durante o treinamento.
De acordo com a bióloga coordenadora do zoo da UCS, Márcia Dosciatti, se estivesse no seu habitat natural, na savana africana, viveria por pelo menos 20 anos.
— Tentamos fazer o máximo. Tratamos ele por vários anos com medicação especial. Pouco antes da morte, ainda tentamos aplicar medicamentos para reanimá-lo, mas de nada adiantou — explica Márcia.
Simba foi enterrado em um lugar da UCS não divulgado. Quando o corpo se decompor, a ossada será exumada e montada para servir de base para estudos na universidade.


 

fonte: O Pioneiro

fonte: João Henrique Machado - O PIONEIRO

 


© Direito Animal - Todos os Direitos Reservados - 2001